segunda-feira, 21 de maio de 2018

POESIA: SAUDADES...

Segunda - feira: 21/05/18



Acadêmico: Adilson Adalberto
Patrono: Mia Couto
Cadeira: 11
Postagem Oficial: 21/05/18

SAUDADES...

Tempo bom... 
D’outros carnavais
Saudades até
Dos meus tristes ais
É pena que...
Não voltam mais. 
Ficam só na lembrança
São histórias tantas
Que dariam até... 
Manchetes de jornais.
Vividas, sentidas... 
Contadas pelos avós e pais
Adormecidas sim...
Mas, esquecidas...
Jamais.
Autor: Adilson Adalberto    
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domingo, 20 de maio de 2018

POESIA: RECORDAÇÃO

Domingo: 20/0518


Acadêmico: Adilson Adalberto
Patrono: Mia Couto
Cadeira: 11
2ª Postagem de Domingo: /05/18 

RECORDAÇÃO 

Se antes era feliz
Com teu amor profano
Hoje sou só um ser mundano
Um andarilho
Sub-humano
Que já perdeu da vida
O encanto.

Sou menos que nada
Sem teu amor me amando
Um ser que caminha
Circulando
Por que linha reta
É só desengano.

Acabou – se....
Não tem mais noite de lua cheia
Poesia na veia
Música, voz e violão
Mão na mão...

Abraços apertados
Beijos demorados
Rostos colados
Dançando agarrados
Ouvindo a nossa canção.



Nem dormir de conchinha
Depois de fazermos amor
Em cima do colchão. 
Só insônia me persegue
Tal qual polícia a um ladrão.

Pensamentos voam
Em sua direção
Viajam na velocidade da luz
E na minha imaginação
Saudades trazem – me recordação...
Do tempo que éramos dois
Em um só coração. 
Do quão fomos cumplices
De um mesmo amor e
Vivíamos uma mesma paixão. 

Hoje pondo de lado a emoção
Vejo que era só utopia, o que sentias
Não era amor, não.
Deixei me seduzir por uma ilusão
Caí em uma cilada, cedi a tentação.

Palavras doces - como o algodão
Me foram venenosas ao coração
Sorrisos descontraídos e gestos desinibidos
Me conquistaram sem hesitação
Agora que você se foi, tanto faz viver ou não. 

Autor: Adilson Adalberto    
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POESIA: NO MAR

Domingo: 20/05/18


Acadêmico: Adilson Adalberto
Patrono: Mia Couto
Cadeira: 11
1ª Postagem de Domingo: 20/05/18 

NO MAR  

No mar podemos viajar
Sentir o vento soprar
Com força e devagar
Ouvir o barulho das velas
Balançando pra lá e pra cá
Dançar no ritmo das ondas
Ir onde ela nos lavar. 

Autor: Adilson Adalberto    
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segunda-feira, 14 de maio de 2018

POESIA: INSONIA

Segunda - feira: 14/05/18



INSONIA  

O tempo passa... 
As horas também.
Já é madrugada
E o sono não vem.

Pela manhã...  
Os raios de sol
Como que por pirraça
Dão o ar da graça
Clareando os lençóis.


No quintal de casa 
Nas copas da arvores 
Os pássaros nos saldam 
Cantarolando bom dia 
Em tons bemóis.    


Pensamentos de nostalgia
Me contagiam.... 
Perdidos no tempo
Voam no vento,
Cheiram a naftalina.

Preenchem minha mente
E também minha vida
Minhas fieis companhias
São minhas fobias
Desde sempre.


Resquícios de memória
Me monitoram integralmente
Lembranças que vão e que voltam
Sentimentos que ficam
Guardados em segredos
Dentro do peito...


Onde o amor e a paixão habitam.  
Lá, eles também brigam
Duelam entre si, por regalias
Que só a solidão e a saudade
Hoje de mim testificam. 

Autor: Adilson Adalberto    
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domingo, 13 de maio de 2018

Domingo: 13/05/18



Acadêmico: Adilson Adalberto
Patrono: Mia Couto
Cadeira: 11
2ª Postagem de Domingo: 13/05/18 

Mote:
Por isso que amor de mãe
É o único em que eu acredito.

Glosa:

De tanto se falar por falar
Amor está perdendo o sentido
Usa – se com segundas intenções
Pra conquistar seus objetivos
Depois nem lembram o que
Nem por quer que foi dito
Tá tudo muitíssimo esquisito
Quem ama não é correspondido
Por isso que amor de mãe
É o único em que eu acredito.

Mote e Glosa: Adilson Adalberto
Reservados os direitos de autor
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