segunda-feira, 23 de abril de 2012

Poema: Ciúmes.

Segunda, 23/04/12. 

Poema: Ciúmes. 

O ciúme é o tempero do amor!
Aqueles que dizem não sentir ciúmes pecam por excesso de confiança, correm sérios riscos de serem traídos, e não sabem o que é amar.
Não faço apologia a nenhum amor doentio, do tipo, se você me trair, eu vou te matar. Mas confesso também não saber viver tranqüilo, se meu amor não tivesse ciúmes de mim, nem medo de eu aprontar.
Por isso quando amo, estou sempre de olho, zelo sempre por ela, faço-a entender que amor maior ou igual ao meu não tem, e, jamais irá encontrar em nenhum outro lugar!
Considero-me um homem romântico, do tipo que leva café na cama, que ainda manda flores, que declama poesias, que declara publicamente que a ama, que não saberia viver sem ela, que o seu amor é como uma linda aquarela inspirada por Nosso Senhor!
Que ela é o meu sol, e seus olhos, as estrelas a iluminar-me os caminhos nas noites mais sombrias; sua voz uma linda sinfonia, unidos na mesma harmonia, composta na melodia, nas notas de uma canção, pelo arquiteto do amor.

Adilson Adalberto

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