quinta-feira, 24 de maio de 2012

Crônica: Ah o mar, lá que é o meu ligar!

                                                                                                                               
Quinta, 24/05/12. 



Crônica: Ah o mar, lá que é o meu lugar!

Peladas na areia, lindas sereias, ondas gigantes, pranchas de surf, lanchas, barcos a vela e a motor, Jet ski, paz e amor.
Doses de vodka, dréa, rad. Bull, uísque, cachaça, montilla e cerveja; numa tenda bacana, sentada em cadeiras ou simplesmente na areia.
Crianças, adolescentes, adultos, idosos, moças bonitas, cheirosas e gostosas, limpando as nossas vistas.
E pra forrá o estômago: guaraná, coca-cola, soda limonada, suco gelado e fanta, Amendoim torrado, castanha, pitomba, lingüiça, picanha, carne de charque e de sol, farofa, feijoada, galinha de capoeira ou de granja, macarronada, lingüiça, salsicha, buchada de bode, bofe na farinha, miúdo de boi, tripas de porco sequinhas, uma delícia. Picolé e dindin, algodão doce, água mineral e de coco, espetinho de gato, churrasco, frutos do mar, caldinho de camarão e de povo, pão com mortadela, hambúrguer, sanduiches, misto e pizza. Bola de futebol, óculos de sol, protetor solar, boné ou chapéu de palha na cabeça. Biquíni fio dental, sunga, maiô, canga ou saída de banho, bermuda samba canção, shorts e camisetas.
E se a praia for de nudismo, não precisa nada de vestimentas, é só ir a ela como veio ao mundo, relaxa e aproveita;
Em suma, praia é o maior barato, pobres e ricos aglomerados/miscigenados, num dado espaço geográfico, socializando-se a revelia, e só alegria.

Adilson Adalberto

Reações:

0 comentários:

Postar um comentário