sábado, 14 de julho de 2012

Mini - conto: Aí se eu te pegue Maísa!

Sábado, 14/07/12. 


Mini - conto: Aí se eu te pegue Maísa! 

Seu nome é Maísa, por onde ela passa desperta a cobiça. Minhas pernas bambeiam, meu corpo incendeia, minhas mãos suam, meu coração dispara, quase perco a fala, quando ela transita.
É de dá água na boca vê-la exibindo suas roupas: mini-saía, shortinhos e micro vestidos. Ela sem dúvidas é a musa do meu carnaval, rainha nota 10 de qualquer bateria, eu nem gosto muito de samba, mas ela é que me deixa de pernas bambas, desfilando nos palcos, parece a Gisele Bündchen no Fashion Week. Com seu corpinho bronzeado, barriga tanquinho, pernas e braços malhados, bunda empinada e durinha, ela sem exageros é a mistura: de Viviane Araújo, Ivete Sangalo, Carla Peres, Cláudia leite, Sheila carvalho e Mello, Juliana Paes e mulher melancia.
No ponto do ônibus, na praia e na esquina, ela é de parar o trânsito, congestionar avenidas, o DETRAN que o diga. Nem na igreja ela me deixa sossegado, vivi atormentando minha mente, ver se pode, quer na igreja católica ou dos crentes. Parece até um encosto, pior que ela sabe que eu gosto misericórdia de minha vida; sai desse corpo que não te pertence. Tanto lugar pra ficar, quis o destino mais uma vez que ela fosse sentar bem do meu lado, de mini-vestido cor de rosa bem decotado, mostrando a calcinha. Ombro a ombro, braço a braço, seu cheiro impregnando em minhas narinas, e pra “piorar” ou não a minha sina, tinha a famosa proposital cruzada de pernas que me deixava totalmente hipnotizado; eu diria paralisado, inerte, ao ver a cor da sua calcinha-branquinha. Aí adeus à oração, e minha única concentração, era prestar atenção, naquele belo par de coxas, que constante e propositadamente, roçavam nas minhas, enquanto um grande volume se fazia em minha braguilha; eu tentava esconder minha eressão, e ela apenas se divertia- devassa. Ah se não tivéssemos na igreja sua desgraçada, eu finalmente cairia matando a pau em cima desses belos par de coxas e seios; que tanto me torturavam, pensava eu enquanto pra todos os santos rogava. Parece até que alguém lá em cima me atendeu, não sei dizer se foi outro santo ou se foi Deus quem ouviu minhas preces; não que eu não estivesse gostando ou quisesse, ao contrário, tudo que eu mais queria era ficar pra sempre, juntinho, roçando meu corpo ao seu, colado feito chiclete. Mas, convenhamos àquela situação de total esfregação em plena multidão, apesar de dar muito tesão, me fazia também sentir péssimo.
E quando a sessão de tortura acabou, e a multidão enfim se dispersou, cada um indo pro seu lado; eu a procurei por todos os cantos, com cara de beber desmamado, quando der repente eu a vir, bem ali, linda como sempre, do meu lado; olhando-me fixamente nos olhos, com cara de piriguete, me dando uma piscadela de olhos por cima do seu irresistível decote, e saindo com um belo sorriso sacana nos lábios.
E eu, como sempre, voltei a minha dura realidade, que é te amar de longe, e sofrer por você calado...

Adilson Adalberto


Reações:

Um comentário:

  1. Eta encantamento e quanta tesão passara sem condições de fazer nada !Aff...adorei ...linda mensagem e quanto gosto disso,obrigado...sempre que tiverdes,envia por favor antecipo-lhe agradecimentos.
    abraços- Bruno - aibs1953@gmail.com

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