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sábado, 8 de setembro de 2012

Poesia: Isabella.

Sábado, 08/09/12. 


Isabella.

Na rua, no campo, na varanda e na capela, debruçada na janela, encontrava-se Isabella; flor formosa e bela, singela. Não há outra igual a ela. Quiseram as outras fossem ao menos semelhantes, já seria em demasia o bastante, pra se comparar com ela.
Quando ela anda por avenidas e ruelas, parece a Gisele Bündchen desfilando na passarela.
Eu não desgrudo um só instante, não tiro os olhos de cima dela. Sinto-me encantado, meio enfeitiçado, totalmente hipnotizado no remelexo e requebrado das cadeiras dela. Até a lua mediante tamanha beleza, tenta se esconder, com vergonha dela. Majestosa, apetitosa, sensual, cheirosa, elegante e charmosa, verdadeiro colírio para as meus olhos. Pele bronzeada, sorriso encantador, olhos esverdeados, cabelos longos bem penteados, meio liso e meio cacheado, ela é meu céu estrelado, meu sonho, meu esplendor; ela é o meu amor. É meu destino e minha sina, eu amo tanto essa menina, que sem ela não saberia viver, e por ela, eu morreria de amor!

Adilson Adalberto
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