Páginas

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Poesia: Isabella.

Terça, 27/11/12. 



Isabella.

Na rua, no campo, na varanda e na capela, debruçada na janela, encontrava-se Isabella; flor formosa e bela, singela! Não há outra igual a ela! Quisera as outras fossem semelhantes, já seria em demasia o bastante, pra se comparar com ela. Quando ela anda por avenidas e ruelas, parece a Gisele Bündchen desfilando na passarela.
Eu não desgrudo um só instante, não tiro os olhos de cima dela. Sinto-me encantado, meio enfeitiçado, totalmente hipnotizado, boquiaberto pelo remelexo e requebrado das cadeiras dela. Até a lua mediante tamanha beleza, tenta se esconder, com vergonha dela. Majestosa, apetitosa, sensual, cheirosa, dengosa, elegante e charmosa, verdadeiro colírio para os meus olhos. Pele bronzeada, sorriso encantador, olhos esverdeados, cabelos longos e penteados, meio liso e meio cacheado, ela é meu céu estrelado, meu sonho, meu esplendor, ela é o meu amor. É meu destino e minha sina, eu amo tanto essa menina, que sem ela não saberia viver, e por ela, eu morreria de amor!

Adilson Adalberto
Reações:

2 comentários:

  1. Que bela sua Isabela amigo, o amor é muito bonito em todas as vertentes! Abraçosss

    ResponderExcluir
  2. Nossa Adilson !!.. eu quero conhecer essa Isabella!!... Ela tem face?... abraços !!!

    ResponderExcluir