Quarta, 14/11/12.
Prefiro mulheres reais que as virtuais!
Chega de mulheres virtuais, eu
quero é mulheres reais. E-mail,
MSN, face book, Orkut, you tube. Absurdo essas redes sociais. Tornaram-se
febres mundiais. Fizeram-nos seres artificiais, superficiais, surreais, etc e
tais. Ninguém merece tantos ais. Lá fora a vida estar passando, enquanto nós
aqui só teclando; chega, não aguentamos mais.
Até no celular estamos conectados, eita vício
desgraçado, sai desse corpo que não te pertence, procura outro desocupado. Tira
de uma vez por todas essa bunda magra ou gorda da cadeira, senão vai criar
calo. Vai à noite pra praça conversar com os amigos e paquerar as garotas, seu
trouxa, toma umas e outras, senão todas no bar do espetinho, ou se preferir calafrios,
tenta se enturmar aproximar, paquerar, namorar, pegar, tocar, abraçar, apalpar,
sentir, beijar, amar, melhor que só olhar, garanto que tu vais gostar. A
internet sem dúvidas tem suas utilidades públicas, mas na verdade nada
substitui o amor e o sexo. Por isso prefiro as mulheres de carne e osso, que as
da net. Nada pessoal, até são muito simpáticas e me divertem; algumas até são
“minhas amigas”, no dia a dia, desde a época do colégio, mas nas noites frias,
quando estou carente, não são elas quem me aquecem. Conversar às vezes até que serve, mas confesso
que sou carnal, e só o prazer me diverte. Quero mais ação, mais prática, e menos
teoria, dançar com as gurias, beijá-las muuuuuito, pegá-las de jeito, levar
café da manhã na cama no dia seguinte, quer pra impressionar bastante, e ela
voltar mais vezes, e ao despedir-nos com um beijo longo, termo-nos certamente um
excelente dia! Essa tem que ser a vida dos jovens de vinte a trinta e poucos
anos, e não perder tempo e noites de sono, à frente de um computador, vivendo
de utopia.
Adilson Adalberto
Adilson Adalberto

