quarta-feira, 17 de abril de 2013

Poesia: Poesias do Cotidiano.

Quarta, 17/04/13. 



Poesias do cotidiano.

Ah, como eu queria viver de brisa, não precisar trabalhar, bater ponto, pegar busão lotado, na ida e volta do trabalho, atrasos, engarrafamento, congestionamentos, acidentes de trânsito, assaltos, sequestros relâmpagos, bala perdida, assassinatos, ser mal remunerado, traficado, trabalho escravo, desvalorizado, desmotivado, fora do mercado, passando necessidades, abandonados nos corredores dos hospitais públicos, morando em favelas ou embaixo de viadutos, clandestino, vivendo na criminalidade, ameaçado, na mira do tiro, por um fio, confinado em presídio, duro é a realidade,  tristeza, maldades, saudades, em fim, vida de pobre é isso; aonde estar a igualdade entre pobre e ricos? Só se for noutro mundo, que absurdo, muda mundo, ou não te quero mais! O bom da vida é ser feliz, chega de tantos infernos astrais! 

Adilson adalberto
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