domingo, 18 de maio de 2014

Ah! O amor...

Domingo, 18/05/14



Penso que para o amor não existe limites! Apaixonados - seres esquisitos! Todos os que amam são como loucos ensandecidos, andam falando sozinho, completamente perdidos em seus pensamentos distintos; Nenhuma noção de espaço e senso do ridículo! Exagerar é o seu verbo mais especifico! Vagueiam em plena madrugada fazendo serenata para o seu amado ou amada, alguns mandam buquês de flores, sms e torpedos pros seus amores, outros já fazem outra linha, escrevem versos, poemas, sonetos e poesias; bebem até amanhecer o dia, transam sem camisinha, e até confundem amor com sexo e orgias! A vida pra eles é só alegria, até perder o que eles mais temiam – o amor da vida! De repente é como se o chão se abrisse, terra sobre os seus pés sumissem e o mundo outrora perfeito; entrasse em contradição. E todos chegam à seguinte conclusão: O amor nada mais é que, uma invenção do coração! A circunstância, a causa, o efeito e a razão; de acreditarmos sempre que viver não é pura e simplesmente vão... O amor é o anestésico da alma, a paz e a calma; é exercício do dia a dia, é suor escorrendo nos punhos da camisa, é sangue correndo nas veias finas, é tempestade e também vento de calmaria, é calor e também leve brisa, é cigarro aceso na boca de uma noviça, é pimenta malagueta nos olhos de quem duvida, e um peteleco nas orelhas de quem o complica, é o belo cantar d’um sabiá, galo de campina, canário belga ou patativa; é o dedilhar nas cordas de minha viola querida, é o dormir, acordar, levantar, alimentar, em suma, é o sopro da vida!

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