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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Poesia: Como os ponteiros d’um relógio analógico

Sábado: 01/07/17  



Estou deitado...
Nem dormindo nem acordado  
Só meio que sonolento, enfadado 
Repousando os meus pés calejados
Que já dão sinais de cansaço.
Desde a mais tenra infância
Passando pela a mocidade
Hoje na fase adulta
Só Deus sabe...
Quantos foram os meus passos!
Intercalados...
Como num compasso
Um pé na frente do outro
Ditando o ritmo...
Reversando-se entre lento e rápido
Como os ponteiros de’ um relógio analógico  
No seu infindável tic e tac.
                                                                                                                                                    http://adilsonconectado.blogspot.com/
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